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Clica no link e determina as coordenadas dos lugares.
http://eb23cmat.prof2000.pt/sala/geografia/coorde/globo.htm
Observa a figura e responde às questões que se seguem.

Os fusos horários
1- Porque é que a hora não é igual em todo mundo?
2- Qual é o sentido do movimento de rotação da Terra?
3- O que são os fusos horários?
4- Porque se criaram os fusos horários?
5- Qual é a referência para marcar as horas?
6- Se considerarmos 2 lugares, com longitude diferente, onde é mais cedo?
7- Se formos de Lisboa para Moscovo, o que fazemos ao relógio?
8- Onde é mais cedo, em Lisboa ou em LA?
9- O relógio deve ser adiantado ou atrasado se formos para o Rio de Janeiro?
9.1- Justifica a resposta.
10- Comenta os textos que se seguem, atendendo às consequências dos fusos horários.
O Jet-Lag
Ataca os passageiros, deixando-os à beira de um ataque de mau feitio durante vários dias, depois de um voo de longo curso: é a fadiga, a fraqueza, o sono e a irritabilidade.
Alguns especialistas em stress referem que a adaptação a um novo fuso horário demora entre 5 e 15 dias.
O que se deve, então, fazer? Durante o voo, é aconselhável relaxar, ouvir música ou ver filmes. Depois, quando chegar, deve evitar o álcool e os doces. Se for pela manhã, não durma, vá a um museu, passeie, faça compras.
Executive Digest
Farra a dobrar
Sherry Sacino, da Florida, está tão excitada com o ano 2000 que planeia celebrar a sua chegada não uma vez só, mas duas. Apercebeu-se de que, se atravessarmos a linha internacional de mudança de data, podemos ser simultaneamente os primeiros e os últimos a celebrar o Ano Novo. Por cerca de 5000 dólares, a sua companhia aérea oferece aos participantes a oportunidade de celebrar a entrada no novo ano nas Fiji e fazerem-no de novo, 24horas mais tarde, na Samoa Ocidental.
Selecções do Reader's Digest, Dezembro 95
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Quando se regista um sismo, é fácil concentrarmo-nos no grande dano estrutural que resulta directamente do abalo. Mas o risco secundário de deslizamentos de terras pode ser igualmente problemático. Com todas as suas colinas, a cidade de Seattle, nos Estados Unidos, enfrenta enormes riscos neste aspecto – um novo estudo da Universidade de Washington avança que há mais de 8.000 edifícios em zonas de deslizamento de terras.
Kate Allstadt, estudante de doutoramento e sismóloga na Pacific Northwest Seismic Network, é co-autora deste estudo. Envolveu-se na investigação depois de se mudar para a cidade e perceber a enorme quantidade de declives íngremes que tem – a cidade fica em cima da Falha de Seattle, que se crê ter sido responsável por um terramoto de magnitude 7,5 em 900 d.C.
“Eu pensei no que aconteceria a estas encostas se houvesse um sismo nesta falha ou nas suas proximidades”, diz ela. “Ninguém está realmente a estudar de forma quantitativa quantos deslizamentos ocorreriam. Eu pensei que seria importante, porque precisamos de nos preparar.”
O sismo do ano 900 foi de tal dimensão que causou um tsunami mortal e fez cair grandes extensões de floresta, ainda hoje submersa, no Lake Washington. Hoje em dia, as encostas em torno da água são densamente povoadas, pelo que o impacto de um fenómeno semelhante seria catastrófico.
Usando simulações de computador e uma ferramenta de sismologia chamada Método de Newmark, Allstadt e os seus colegas John Vidale e Art Frankel criaram vários mapas que mostram as zonas onde a ameaça é maior.
Existem alguns aspectos que poderiam minimizar ou maximizar os deslizamentos. Se um terramoto ocorrer durante a altura molhada do ano, como no início da Primavera, o solo pode estar húmido e muito mais propício a deslizamentos de terra catastróficos. A intensidade do sismo, obviamente, também interessa.
Infelizmente é difícil medir os padrões de actividade sísmica – os terramotos são difíceis de prever e a história humana de Seattle não remonta a tão longe como a de muitos outros países propensos a sismos, como o Japão.
É, por isso, fundamental começar a preparar a cidade para esta possibilidade, defende Allstadt – descobrir as micro regiões mais vulneráveis, planear respostas rápidas dentro e fora dessas zonas, prever que saneamento básico e infra-estrutura eléctrica poderia ser implementado, educar os compradores de casas para os riscos de se viver nestas encostas. “Pode ser agora ou dentro de alguns milhares de anos”, diz a investigadora. “Nós simplesmente não sabemos.”
in: Green Savers
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